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Pesquisa aponta novos caminhos para tratamento de portadores de fissura lábio-palatina


Uma pesquisa científica realizada pelo cirurgião plástico Cassio Eduardo Raposo do Amaral,

Uma pesquisa científica realizada pelo cirurgião plástico Cassio Eduardo Raposo do Amaral, CRM 100822,  vice-presidente do Hospital Sobrapar Crânio e Face, de Campinas/SP,  abre novas perspectivas para o tratamento de pacientes portadores de fissura lábio-palatina. Durante quatro anos, o médico trabalhou em uma área científica que chama a atenção e traz esperanças para o tratamento de diferentes anomalias: a terapia com células-tronco.


A tese de doutorado defendida na Universidade de São Paulo (USP) mostrou, em uma pesquisa realizada com ratos, que o reparo de falhas ósseas com a associação de células-tronco e biomateriais obtém resultado semelhante ao reparo no qual foi utilizado o osso do próprio paciente (autólogo).


Primeiro lugar entre os trabalhos apresentados no 49º Congresso Brasileiro de Cirurgia Plástica em 2012, e aprovada com louvor na USP, a tese foi orientada por Nivaldo Alonso e realizada em colaboração com o Instituto de Biociências da USP, sob a coordenação da professora Maria Rita Passos Bueno, responsável pela preparação das células.


Uma a cada 750 crianças nascidas vivas apresenta o chamado “lábio leporino”. O método tradicional de reparo de falhas ósseas é o transplante de osso da região ilíaca do próprio paciente, porém essa técnica invasiva pode trazer dor e desconforto na recuperação das crianças portadoras dessa anomalia facial.


Na pesquisa, as células-tronco derivadas de pequenos fragmentos de músculo de crianças portadoras de fissura lábio-palatina, obtidas durante a cirurgia de queiloplastia primária (fechamento do lábio) foram isoladas e caracterizadas. Essas células foram associadas a biomateriais para regenerar tecidos ósseos em falhas ósseas produzidas mecanicamente em crânios de ratos.  O trabalho resultou em reparo ósseo bastante semelhante ao obtido com o grupo de animais cujas falhas ósseas foram reparadas com osso autólogo.


“É um passo inicial para uma revolução no tratamento das crianças portadoras de fissuras lábio-palatinas. No futuro, o uso das células-tronco pode abreviar o tempo de tratamento, diminuir a morbidade da cirurgia e facilitar a recuperação dos pacientes”, afirma Cassio Eduardo Raposo do Amaral.



Fonte:


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Ana Carolina Silveira
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